quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Câmeras Ligadas: começam as filmagens

O diretor Luiz Carlos Lucena e sua equipe começaram a gravar nesse início de janeiro as primeiras imagens de paisagens da cuesta de Botucatu e entrevistar os personagens que moram na região. Instalados na Cantina da Figueira, aos pés das Três Pedras, a equipe gravou cenas fantásticas dos morros testemunhos, registrou as opiniões de moradores que vivem há tempos no interior da cuesta e adiantou a pauta para as próximas visitas. O objetivo do diretor é retomar suas memórias de infância no interior paulista e retratar a história geomorfológica e cultural da cuesta de Botucatu, mostrar a riqueza da sua natureza e principalmente, as histórias dos caipiras, seus costumes, a culinária e as tradições.
 “Madrugamos para conseguir imagens noturnas e do nascer do sol atrás das Três Pedras, conversamos com personagens fantásticos e ouvimos suas histórias, que refletem o imaginário desses caipiras que há tempos acompanham a evolução dessa região maravilhosa”, diz Luiz Carlos Lucena.
 
O nascer do sol, entre as Três Pedras 
e o casal Fernando e Eunice Correia: "a nave
parecia um play station"




Uma história particularmente deixou o diretor impressionado. “Falamos com um casal que mora bem em frente às Três Pedras e eles foram enfáticos em dizer data e hora em que viram junto com os filhos um objeto não identificado “parecido com um play station” parar sobre a pedra do meio das Três Pedras e depois ir embora”.
Mas o fascinante não é a história do pouso, reforça o cineasta, já que outras histórias semelhantes foram registradas na região, mas os reflexos que deixaram. “Nosso personagem foi enfático ao dizer que teve um contato telepático com os visitantes e afirma categoricamente – “eles não são extraterrestres, são gente da Terra que volta do futuro para ajudar a combater uma doença que pode trazer muitos problemas para a humanidade”.
Verdade ou fantasia, Lucena não se preocupa.
“O que importa é contar o que passa na cabeça e no imaginário desses caipiras que moram na cuesta, esta região que já foi o maior deserto da terra e por onde andaram dinossauros gigantes”. Histórias como essas e “causos” sobre a Mãe do Ouro - os fachos de luz que atravessam o Gigante Adormecido – são o que o documentarista está registrando, junto com histórias sobre sacis, que comporão o rico universo das entrevistas. Mas o diretor vai buscar também opinião de especialistas e fatos realmente constatados por eles sobre esses assuntos fascinantes.

O xixi do dinossauro
O filme começa contando a história da formação geomorfológica da cuesta, onde o filme vai mostrar em computação gráfica e desenho animado como era a Terra quando África e Américas formavam um único continente que era chamado de Pangeia, há 300 milhões de anos, e aqui existia um deserto de 1.300.000 de km2, o maior da terra.
“Nesse período, os agitação interna das placas tectônicas, os movimentos do mar, inundações basálticas e uma atividade vulcânica em todo o continente geraram o que conhecemos hoje como cuestas Basálticas, com essa natureza rica e exuberante. E o mais importante registro dessa história geomorfológica é a nossa cuesta de Botucatu, tão perto da capital paulista e muito pouco conhecida.”
Lucena pesquisa há mais de dois anos sobre a cuesta de Botucatu. Encontrou e vai entrevistar estudiosos da formação da região que além de registrarem em textos e livros a presença e história das várias camadas geológicas que marcam a evolução da cuesta nesse tempo, mantêm vários registros de pegadas dos dinossauros que andaram por aqui.  

A esquerda, fossil mostra o xixi do dinossauro

“As marcas da passagem desse tempo estão visíveis claramente entre os quilômetros 160 e 180 da Castello Branco, nos cortes que a rodovia fez nos morros da região, onde dá para observar camadas geológicas de épocas diferentes. Na Universidade de São Carlos e no Museu de Arqueologia e Paleontologia de Araraquara existem muitos fósseis de dinossauros, inclusive um dos únicos registros da América Latina do xixi de um dinossauro, um urolito como chamam os especialistas. E nas calçadas de ruas de São Carlos e de Araraquara essas pegadas estão visíveis em um museu a céu aberto”.

Natureza exuberante
Outro tema do documentário vai mostrar em imagens únicas os detalhes de formações como as Três Pedras, o Gigante Adormecido, as cachoeiras e grutas escondidas da região. “A cuesta de Botucatu tem uma riqueza e uma energia fantásticas. As Três Pedras, por exemplo, são consideradas o terceiro polo energético do Brasil, e muitos moradores locais acreditam que ali pousam realmente objetos estranhos, veem fachos de fogo cruzando o céu e ainda encontram pedaços de utensílios e ferramentas indígenas que mostram a passagem dos incas no que é chamado Caminho do Peabiru, que ligava Brasil a Machu Pichu”.   
As cachoeiras são um caso a parte, diz o diretor entusiasmado com o que vem conhecendo. “São tantas cachoeiras que você fica perdido. E tem uma gruta incrível que vamos filmar nas próximas gravações, que mostra no seu interior as marcas das diferentes eras geológicas da região”.
Mas é no morador da terra, o caipira estudado por Antonio Cândido, que inspirou a criação do documentário, que Lucena quer colocar seu foco, registrando para o futuro como vivem e o que pensam esses homens e mulheres tão diferentes dos personagens das cidades, com suas histórias, suas impressões sobre o tempo, a vida, a natureza.
“O caipira paulista é um personagem único, rico em histórias e no modo de vida simples que ainda conserva”, diz o diretor.
Essas primeiras gravações concentraram o foco em Bofete e no interior da cuesta. As próximas gravações previstas para começar na semana anterior ao Carnaval acontecem em Pardinho e Botucatu, onde a produção já tem elencados vários personagens e locais para visita.
“O documentário já tem veiculação acertada em formato de série com uma emissora de TV, mas vamos viabilizar uma exibição da edição em longa metragem em cinemas das cidades do Polo Cuesta e o filme vai competir em festivais nacionais e do exterior. Vamos mostrar essa beleza e essa cultura rica para o mundo”, finaliza Lucena.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A Morte (en)Cantanda - A Cavalgada do Ferreirinha

A pé, de charrete, à cavalo produzimos este documentário sobre a 4ª Cavalgada do Ferreirinha, evento em homenagem a uma das músicas mais conhecidas da dupla Tião Carreiro & Pardinho. Confiram e vejam os shows ao final de BarbaraViola & Sandra Reis, Raissa Silveira, Alcemir Costa e Pantanal Matogrossano.




sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Doc vira série de TV

O documentário Os Povos da Cuesta ganha nova forma, com apoio do canal CinebrasilTV, que já nos entregou Carta de Intenção sobre sua exibição na sua grade. Agora nossa produção ganha novo impulso, e o documentário tradicional será desdobrado em cinco episódios a princípio.
Como já informamos Os Povos da Cuesta retoma as pesquisas realizadas pelo sociólogo Antonio Cândido entre 1947 e 1953 publicadas no livro Os Parceiros do Rio Bonito, referência mundial nos estudos dos caipiras do interior paulista. Vamos entrar na fantástica região denominada Cuesta de Botucatu para montar um registro vivo da rica cultura das comunidades que habitam essa região diferenciada – os velhos caipiras, a segunda geração e os neo-caipiras de hoje, que mantém suas tradições antenados na internet. Vamos contar suas histórias, rever sua culinária, as habitações, as tradições e festas populares. Daremos também um panorama visual dessa região fantástica e contamos a história dessa formação geomorfológica diferenciada, e as imagens da riqueza da flora e da fauna da Cuesta. As imagens a seguir foram captadas na nossa revisita à Cuesta, quando visitamos a Cantina da Figueira, dos nossos amigos Moises, Neusa e Cristiano, que será uma das bases da produção, e a forte chuva quase leva nosso carro para a ribanceira. dia 28 estaremos em Pardinho, gravando a Cavalgada do Ferreirinha, que deve integrar o filme.
A série será composta dos seguintes episódios de 25/26 minutos.


1. A Terra
Há muito tempo, a região hoje conhecida como Cuesta de Botucatu passava por um processo de desertificação. E num período de mais de 200 milhões de anos, Botucatu se transforma em um deserto parecido com o Sahara. Muito tempo depois, há cerca de 130 milhões de anos, a terra começa a ser sacudida por tremores. O supercontinente rompe-se e nasce a África e as Américas. E surge também um grande oceano!  No sul do Brasil, as condições desérticas tornam-se mais brandas, o lugar ganha uma paisagem de campos e florestas. E forma-se a Cuesta de Botucatu.
OBS.: Neste episódio, a história geológica da Cuesta é permeada com a história da entrada dos bandeirantes paulistas na região, os estudos geológicos, os registros históricos e iconográficos – pinturas, mapas, ilustrações

2. O homem
Como se formaram os primeiros paulistas que se esbaleceram no interior do estado com a entrada das bandeiras para o interior? Quem são esses caipiras, filhos de brancos com índios, portugueses e mamelucos? De onde vem o sotaque característico desse povo? O que as velhas gerações têm de histórias para contar? Como vive hoje a segunda e terceira geração de caipiras, esses neo-caipiras que estão antenados com o mundo. O que pensam esses homens sobre a Cuesta, onde vivem? As histórias sobre disco voadores, o saci pererê.

3. A natureza
Como se formaram essas belezas naturais como os monumentos conhecidos como Torre de Pedra, Gigante Adormecido, Três Pedras, Morro do Peru? Qual a relação do homem que mora na região – o caipira – com esses monumentos diferenciados. Aonde estão os trilhos das velhas estradas de ferro, os resquicios das fazendas? Quas os riscos que o turismo está trazendo para a região? De onde vem tanta água para as várias cachoeiras da Cuesta?

4. A culinária
Vamos contar a história e como os caipiras fazem os pratos típicos da região – que influenciaram em muito a culinária e de todo o Brasil. Os tropeiros disseminaram e criaram no contato com o indio muito da culinária caipira e entre os grandes pratos e bebidas da cozinha - o leitão à pururuca, arroz tropeiro, vaca atolada, galinha caipira. 

5. As tradições
O Cururu é um ritmo musical praticado no interior paulista. É uma espécie de combate poético, um desafio em trovas ao som de violas caipiras. As festas dos Santos – Divino Espírito Santo, em Anhembi, Corpus Christi, em São Manuel, são tradicionais na região. A moda de viola e a música caipira de raiz tradicional, também são uma tradição típica do interior paulista – e festejadas como a Cavalgado do Ferreirinha, em Pardinho. Angelino de Oliveira, Tonico e Tinoco, Tião Carreiro e Pardinho – as maiores duplas da musica de rais tem histórias ligadas à região. A cultura ao Saci também é forte na região. 
As histórias sobre o saci pererê e a presença de disco voadores na região com o aparecimengto de “ovnis” é assunto comum entre os moradores do interior da cuesta., que segundo os caipiras e ufólogos tem sua base de pouso no monumento das Três Pedras. Será? 

Os Povos da Cuesta centra os depoimentos e narrativas nesses eixos temáticos. A trilha sonora é a música regional. Os depoimentos terão como imagens de cobertura as ações naturais dos entrevistados (roçado, lida com animais, cozinha) a riqueza da flora e da fauna da cuesta, com imagens aéreas (drones), panorâmicas, detalhes de águas, plantas, flores, animais.



                                                                          Clique nas fotos para ampliar 



segunda-feira, 23 de julho de 2012

Os Povos da Cuesta - primeiras pesquisas


Começamos as pesquisas de locação e busca de personagens do documentário Os Povos da Cuesta, que acaba de ser aprovado na lei do ICMS da Secretaria de Estado da Cultura e recebeu a conta do Banco do Brasil para captação de recursos.
Os Povos da Cuesta retoma as pesquisas realizadas pelo socióloco Antonio Candido entre 1947 e 1953 publicadas no livro Os Parceiros do Rio Bonito, sobre os caipiras que habitam 
o interior do Estado de São Paulo. Vamos entrar na fantástica e desconhecida região denominada Cuesta de Botucatu,para mostrar como vivem os caipiras, neocaipiras e hipercaipiras hoje.


    Três Pedras, monumento geológico da região                                     Seu Moises, Dona Neusa, Zebra e o cineasta 
                                                                                                                          Reinaldo Volpato, diretor do longa Estranhas 
                                                                                                                          Cotoveladas                                  
 
     Fazenda Boa Vista e
       o Gigante Adormecido (esquerda)                                             








O documentário pretende ser um registro vivo das estórias, habitação, comida, música e tradições do povo que mora na cuesta. Uma volta ao futuro para mostrar essa região fantástica e a rica cultura dessas comunidades. Na paisagem visual, a beleza da cuesta, com seus monumentos naturais, rios, cachoeiras, e o trabalho desses homens e mulheres, muito deles ainda mantendo os hábitos de cinquenta anos atrás.

Alguns dos personagens já foram contatados, como o vereador Zebra, da cidade de Bofete, profundo conhecedor da região, o casal Moisés e Neusa, donos da pousada e restaurante Cantina da Figueira, que fica aos pés do morro das Três Pedras, e seu filho neocaipira.

Já contatamos também o casal Fernando Correia e Eunice, que moram no topo do morro ao lado das Três Pedras, o Seu Vivan, dono do bar em Pardinho que dá vista panorâmica para as Três Pedras e o Gigante Adormecido. Seu Mané carreteiro, que declama versos com seus bois amestrados, o Batista, administrador da Fazenda Boa Vista, onde vamos, conhecer uma gruta com entrada e saída pelo morro, e onde o Queiinho, outro personagem, diz que existe um tesouro. Seu Gijo, que sabe tudo sobre os OVNIs que pousam na região; o Manezinho corueiro. o seu Joaquim de quase 100 anos com suas histórias curiosas.

E muitos outros personagens que vamos encontrar com as novas pesquisas.



     Vista das Três Pedras a partir da Cantina da Figueira, Seu Fernando e Dona Eunice, na foto ao lado da pesquisadora     
      Jana D'Avila e do produtor Fernando Pereira


O documentário centra os depoimentos e narrativas, desses personagens e procura nas entrevistas o contato natural com os depoentes, de forma a poder absorver e passar ao espectador informações importantes sobre a cultura dessas comunidades caipiras. A paisagem sonora vai centrar na música regional praticada pelos velhos compositores e músicos da tradição caipira, com atualização no entanto dessa corrente e a inclusão de trabalhos das novas gerações que veem dando sequencia a essa veia musical com suas pesquisas e fusões ritmicas.

Todos os depoimentos terão como cobertura e temas de passagens, além das ações naturais dos entrevistados (colheita, roçado, lida com animais, cozinha) a riqueza da flora e da fauna da cuesta, com imagens aéreas, imagens panorâmicas, detalhes e imagens macro de águas, plantas, flores, animais.

Um projeto com uma visão ecológica, portanto, que dá sustentação imagética a um amplo panorama cultural que mostre como é a vida, as relações e práticas culturais comuns dessas comunidades.


 
    Um vale na cuesta, foto dos caipiras do livro Os Parceiros do Rio Bonito (Antonio Cândido), 
    capelinha centenária da Fazenda Boa Vista e "escultura" de um dromedário, que fica no caminho de entrada
    da igreja de Santo Antonio, em Rubião Junior, e segundo dizem é resquício de uma civilização milenar da região.

O documentário Os Povos da Cuesta está aprovado na Secretaria de Estado da Cultura para obter recursos através de incentivo fiscal pela Lei do ICMS do Governo do Estado de São Paulo

Valor a ser captado: R$ 296.200,00
Conta captação:
Banco do Brasil, ag.:  4300-1
                           Cc.: 15.195-5
Realização
Ativa Cinema Digital
Co-Produção: Taus Produções Audiovisuais

Portfólio: http://lucena25.blogspot.com  
http://ativacinemadigital.blogspot.com

Contatos:
ativacinemadigital@gmail.com
Luiz Carlos Lucena – 11 9998-4597
Reinaldo Volpato – 14 3814-5934

sábado, 19 de maio de 2012

Os Povos da Cuesta (sinopse)




SinopseEntre 1947 e 1953, o sociólogo Antonio Candido realizou uma extensa pesquisa em toda a região de Bofete e municípios vizinhos, entrando no coração da cuesta de Botucatu para entender como viviam os caipiras na região. O Brasil entrava em um processo de industrialização, mas os descendentes dos “pés vermelhos” que chegaram com os bandeirantes e dominaram o interior paulista ainda mantinham os hábitos e costumes de seus pais e avós. Essas observações estão publicadas no livro Os Parceiros do Rio Bonito, a tese de doutorado que se transformou em referência mundial nos estudos do caipira paulista.
Aprovado pelo Programa de Ação Cultural PROAC-ICMS da Secretaria de Estado da Cultura, o documentário Os Povos da Cuesta vai retomar os estudos do prof. Antonio Candido para entender e mostrar como vivem esses caipiras e neocaipiras de hoje. Alguns ainda mantêm hábitos de seus ancestrais. Muitos já surfam nas ondas da comunicação global com seus celulares e dispositivos conectados a internet – nossos hipercaipiras.
O filme pretende, portanto, ser um registro vivo das populações que habitam essa região diferenciada, suas histórias, a comida, as habitações, as tradições e festas populares. Uma volta ao futuro para mostrar a beleza de uma região e a riqueza da cultura de um povo.

EstruturaO documentário terá como paisagem visual imagens da flora e fauna da cuesta, detalhes macro-geológicos, cachoeiras, animais e aves. O filme vai mostrar em uma breve retrospectiva a história da formação geológica da cuesta, desde quando a região virou um deserto durante o movimento que agitou a terra e separou os continentes da África e das Américas. A partir dessa abertura, realizada com recursos de computação gráfica e quadrinhos, centra sua narrativa na vida das populações tradicionais que ainda moram na cuesta e com menos destaque nos novos moradores que estão ocupando a região com fazendas, sítios e casas de veraneio. Colhe depoimentos dos moradores que vivem na região e faz uma ampla cobertura das comunidades, vilarejos e casas isoladas das principais cidades que integram o chamado Polo Cuesta: Analândia, Bofete, Pardinho, Rubião Junior, Areiópolis, Vitoriana, Conchas e Botucatu.

Direção/Produção
Os Povos da Cuesta vai ser dirigido pelo documentarista Luiz Carlos Lucena, que lançou ano passado seu último trabalho Os Manos de Alá, documentário sobre a presença e crescimento do islamismo nas periferias das grandes cidades, que foi indicado esse ano como referência para estudos do mundo árabe nas apostilas do 7º ano das escolas municipais da Prefeitura do Rio de Janeiro. Lucena também é professor universitário nas disciplinas de audiovisual.
Os Povos da Cuesta integra um projeto mais amplo, e nasceu a partir da pesquisa de locações que foi realizada para a realização do longa metragem Estranhas Cotoveladas, do cineasta Reinaldo Volpato, que tem a cuesta também como cenário e deve ter filmagens realizadas esse ano. Complementa assim a história ficcionada do longa metragem, que também fala do nosso caipira do interior.
O documentário acaba de ser aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura para obter patrocínio através da lei de incentivo fiscal do ICMS – ou seja, empresas que pagam ICMS podem aplicar esse imposto como investimentos no filme.
Empresas interessadas em investir no projeto podem contatar as produtoras associadas que desenvolvem o projeto: Taus Produções Audiovisuais 14 – 3814-5934 ou
Ativa Cinema Digital, 11 2892-5598 - 9998-4597.